CAIXA poderá remunerar suplementar do auxílio emergencial de R$1.000; Entenda!

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O Notícias Concursos volta a falar sobre a prorrogação do auxílio emergencial.

O proclamação da prorrogação do auxílio emergencial deve ser feita pelo presidente Jair Bolsonaro nos próximos dias. Sob pressão, a volta do pagamento do favor seria liberada somente a partir de março, com recursos fora do teto de gastos.

A equipe econômica visa custear o novo pagamento do auxílio emergencial  com os “créditos extraordinários”, que funcionam porquê uma espécie de liberação de verba público sem vínculo com o teto de gastos do país.

O suplementar do auxílio emergencial deverá ser de R$ 1.000, uma vez que o governo planeja remunerar 4 parcelas de R$250, sendo liberado de março a junho. Vale realçar que o valor ainda pode ser um pouco menor, uma vez que os responsáveis pela economia no país defendem um valor decrescente, com início de R$ 250 e término de R$ 200.

Durante enunciação, Bolsonaro ainda não especificou quais beneficiários serão contemplados com as novas parcelas do favor. Inicialmente, a intenção é de que todos os 64 milhões de beneficiários da rodada anterior possam ser amparados. No entanto, existe um debate para redução deste número, com somente metade dos cidadãos de convenção com a totalidade do ciclo de 2020.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse em uma live do banco BTG, que o valor das parcelas seria “até R$ 250”, disse, “teremos duas curvas, uma de vacinação em volume subindo, para imunizar a população, e prometer um retorno seguro ao trabalho, enquanto as camadas protetivas, que eram 600 (reais), caíram para 300 (reais), agora podem descer, digamos, para 250 (reais), uma coisa assim, e depois aterrissa de novo no programa Bolsa Família”.

Assim, os pagamentos do favor liberados em quatro parcelas totalizaria o valor de R$ 1.000, de março a junho de 2021.

Entretanto, o Presidente da República, Bolsonaro, declarou em uma viagem ao Maranhão, que ainda não há valor definido para essa novidade rodada do favor, que provavelmente será dividida em três ou quatro parcelas

Segundo a equipe econômica, o novo auxílio deve funcionar porquê uma “PEC de guerra”, para prometer o custeio das novas parcelas, e todos os momentos de excepcionalidade do país, dos estados e municípios. A novidade proposta deve ser inclusa, junta a outras na emenda à Constituição (PEC) do pacto federativo, por uma enunciação de calamidade.

Quanto a urgência para aprovação do auxílio e o tempo de tramitação, integrantes do governo citam três dias para a negociação da PEC de guerra e 24 horas pra a PEC de orçamento impositivo.

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