quinta-feira, fevereiro 25, 2021

Candidatos de Maringá e região relatam o transtorno depois cancelamento do concurso

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Foto: Divulgação Polícia Social

Candidatos de Maringá e região relatam o transtorno que estão enfrentando depois o cancelamento do concurso da Polícia Social na madrugada deste domingo, dia 21. Ao todo, 106 milénio candidatos se inscreveram para as provas do curso da Polícia Social do Paraná. São 400 vagas para procurador, investigador e papiloscopista.

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As provas seriam realizadas a partir das 13h deste domingo em mais de 300 locais em Curitiba e região metropolitana. Gente de todo o Brasil foi a Curitiba para prestar o concurso. Mas às 5h42 deste domingo, 21, o Núcleo de Concursos da Universidade Federalista do Paraná divulgou um transmitido informando a suspensão das provas. Clique cá e leia o transmitido.

Foi um baque. Ícaro Cassiolato, que é de Maringá e foi com a mana a Curitiba para fazer as provas de investigador de polícia, em que os dois concorrem, estava revoltado. 

“O transmitido foi feito às 5h40 da manhã. A gente já estava cá né. Gastou com hospedagem, deslocamento logo ficou muito pesado pra gente. Desde o ano pretérito a gente está estudando, né, inclusive eu vim com minha mana que também vai prestar o concurso para investigadora. A gente está desde o ano pretérito gastando com cursinho, material. Teve amigos meus que não encontraram hotel e tiveram que dormir dentro do carruagem”, disse o candidato. 

Danilo Stochi também é de Maringá e conseguiu a vivenda de uma amiga para se hospedar em Curitiba. Ele narra o transtorno que passou, mas diz que é pouco perto do que candidatos de outros estados enfrentaram. 

“Particularmente tive um gasto relativamente grave né, mas a gente fica comovido com o pessoal que está aí, por exemplo de Manaus, do Pará, porque é uma prova que estava oportunidade para todo o Brasil. A gente sabe que Curitiba apesar de ter muitos hoteis, não tinha. A gente se comove com o pessoal que ficou na rua, que veio de avião, que teve voo cancelado, que teve que dormir no aeroporto, que teve que dormir na rodoviária”, disse Stochi. 

Fernanda Alves de Almeida é de Novidade Esperança e foi a Curitiba com o marido. Os dois iriam fazer as provas e precisaram viajar levando a filha pequena de cinco anos, que não está muito de saúde.

“Nós viemos com uma rapariga de cinco anos, inclusive ela não tá lícito, mas por conta do concurso nós não poderíamos perder essa oportunidade, logo resolvemos vir. Chegamos cá e já estávamos preparados para fazer a prova. Já tínhamos estragado com quem deixar minha filha. Totalidade desrespeito. Não tem nem uma vez que mensurar a falta de empatia, de saudação, enfim”, desabafou Fernanda Alves de Almeida. 

O NC-UFPR informou que suspendeu o concurso porque na última checagem de verificação de segurança para a realização das provas, na madrugada deste domingo, o Núcleo concluiu que não estavam atendidos todos os requisitos para atender o protocolo de integridade da instituição. A PC informou que não tinha sido comunicada de zero irregular até à véspera do concurso.

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