terça-feira, junho 15, 2021

Concurso da PF: 11 candidatos foragidos são presos durante prova no DF e em 9 estados | Região Federalista

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A Polícia Federalista (PF) prendeu, no domingo (23), 11 foragidos da Justiça inscritos para as provas do concurso da corporação no Região Federalista e em nove estados. Os candidatos tinham mandado de prisão em simples e foram retirados do lugar do revista.

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De conciliação com os investigadores, “os mandados de prisão foram cumpridos de forma discreta e sem provocar tumulto ou prejuízo para emprego das provas”. Segundo a PF, a medida “garantiu a segurança do concurso”, além de retirar os indivíduos do convívio social.

  • Brasília
  • Acre
  • Bahia
  • Mato Grosso
  • Rondônia
  • Roraima
  • Rio Grande do Sul
  • Santa Catarina
  • Sergipe
  • São Paulo

A Polícia Federalista, no entanto, não divulgou informações sobre os crimes que os presos respondiam e nem a identidade dos detidos. Durante a tarde desta quarta-feira (26), a Polícia Social de Sergipe informou que a pessoa presa naquele estado foi detida uma semana antes, e não no dia da prova.

No domingo, foram aplicadas as provas escritas do concurso público para os cargos de representante, agente, escrivão e papiloscopista da corporação.

Ao todo, são 1,5 milénio vagas e mais de 320 milénio inscritos no torneio. Os salários iniciais variam de R$ 12 milénio a R$ 23 milénio. Além das provas objetivas e discursivas, a seleção conta com:

  • Vistoria de inclinação física
  • Avaliação médica e psicológica
  • Prova verbal e prova de digitação para os cargos de representante e escrivão, respectivamente
  • Avaliação de título
  • Investigação social

Frente do Supremo Tribunal Federalista (STF), em Brasília, em imagem de registro — Foto: José Cruz/Filial Brasil/Registro

O concurso para a PF ocorreu posteriormente decisão do Supremo Tribunal Federalista (STF) de manter as provas para a data, dia 23 de maio. A avaliação chegou a ser marcada para 21 de março, porém, a corporação decidiu protelar, devido à pandemia de Covid-19.

Em plenário virtual, o tribunal analisou ação apresentada por uma candidata de Pernambuco, que questionou a realização dos exames “mesmo com os inúmeros decretos restritivos dos estados e municípios, muito porquê os altos índices de contágios, infecções e mortes pela Covid-19 em todo o país”.

Foi a primeira vez que a Golpe fez julgamentos em somente um dia. A maioria no Supremo em prol da realização do concurso neste domingo foi formada com os votos de dez dos 11 ministros.

VÍDEOS: Concursos e Trabalho

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