Concurso da PF registra demorado de 2h depois provas não chegarem em RO e candidatos alegam prejuízo | Rondônia

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Candidatos inscritos no concurso da Polícia Federalista (PF) em Rondônia usaram as redes sociais para reclamarem sobre a organização do torneio, aplicado no domingo (23) em todo país. Segundo eles, houve um demorado de quase duas horas para o início da prova de procurador em Porto Velho, pois o avião com as provas não havia chegado.

O vistoria para procurador em Rondônia estava marcada para estrear às 7h (horário lugar). Pelo edital do concurso organizado pelo Cebraspe, os candidatos precisavam entrar no lugar de prova uma hora antes, ou seja, às 6h.

Um candidato contou ao G1 que quando os relógios marcaram 7h, todos os participantes foram informados que teriam de esperar a chegada da prova e também não poderiam trespassar da sala, pois naquele momento a prova da PF já havia começado nos outros estados.

Na faculdade Unopar, um dos locais de prova em Porto Velho, alguns candidatos ficaram inconformados com o tempo de espera e se alteraram com os fiscais. Nas salas também não teria envelopes para que os celulares e pertences pessoais dos inscritos fossem guardados.

Segundo os candidatos, as provas do concurso para procurador só foram chegar em Porto Velho por volta da 9h, tapume de duas horas depois do horário marcado para o início da prova.

Nas redes sociais, um candidato a procurador disse confiar que as provas de Rondônia foram “impressas na hora” e que a mesma foi entregue sem o seu nome.

Candidato acredita que provas foram impressas ‘na hora’ — Foto: Instagram/Reprodução

Houve demorado também na emprego das provas para procurador da PF em Ji-Paraná (RO), cidade localizada a 377 quilômetros de Porto Velho.

Em nota, a mesa organizadora confirmou o atrasou da emprego das provas em Porto Velho e Ji-Paraná. Segundo o Cebraspe, houve um demorado na malha aérea e as provas não puderam chegar com antecedência ao estado.

“O demorado – de 40 minutos em Ji‐Paraná e de 1h45 em Porto Velho – ocorreu em razão da malha aérea reduzida e de problemas operacionais que atrasaram o voo que transportava os malotes de provas, uma vez que a aeroplano precisou arremeter duas vezes em razão de muita fumaça no espaço alheado da região”, diz a mesa.

Ainda segundo o Cebraspe, todos os candidatos ao missão de procurador estavam em envolvente seguro e foram acompanhados pela coordenação.

A mesa diz que não houve prejuízo aos candidatos de Rondônia, pois compensou o tempo de demorado ao término da prova.

Mesmo com essa indemnização de tempo, alguns candidatos acreditam ter sido prejudicados, pois a prova de procurador era em dois turnos. Em Porto Velho, segundo eles, quem precisou fazer a peça prática teve menos tempo de pausa entre a prova objetiva da manhã e a prova prática da tarde.

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