terça-feira, junho 15, 2021

Concurso Polícia Federalista: Mais de 100 milénio faltaram

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As provas do concurso Polícia Federalista
ocorreram no último domingo, 23 de maio, mas grande segmento dos inscritos não compareceram.

A mesa organizadora do torneio da Polícia Federalista fez o levantamento de quantas pessoas não compareceram para realizar as provas e o número foi bastante cimeira.

Mais de 100 milénio pessoas faltaram ao exames. Esse número corresponde a 32% da quantidade totalidade de inscrições, mesma porcentagem de faltosos nas provas da Polícia Rodoviária Federalista
.

Essa quantia de faltas é um recorde e, possivelmente, se deve à pandemia de Covid-19.

A emprego das provas da PF corria o risco de ser suspensa devido a proliferação do vírus que desculpa a Covid-19 e muitos candidatos se mostraram em prol do diferimento. Esse pode ter sido o maior motivo das faltas.

Outros faltosos justificaram, ainda, que testaram positivo para o vírus nas vésperas do examinação e que, por isso, ficaram em vivenda no domingo.

Uma vez que foi a emprego das provas do Concurso Polícia Federalista

As provas ocorreram no último domingo, 23 de maio, e se iniciaram às 8h da manhã para os candidatos ao função de Mandatário, exceto em Rondônia.

No Estado de Rondônia, o transporte das provas passou por alguns problemas, o que acarretou em um delonga de quase duas horas para o início dos exames.

Na segmento da tarde, a prova para os Escrivães e Papiloscopistas teve início às 14h e para os Delegados, às 15h.

Os portões foram abertos duas horas antes do início das avaliações para que as aglomerações, que foram muito relatadas no torneio da PRF, fossem evitadas.

A Polícia Federalista havia emitido um regulamento com as medidas de segurança contra o Covid-19 qualquer tempo da prova e, aparentemente, as normas desse documento foram seguidas tanto pelos candidatos, quanto pelos fiscais.

Uma das poucas reclamações sobre aglomeração causada por conta do torneio veio do Rio de Janeiro. Nenhum outro lugar do Brasil
registrou queixas mais graves.

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