Entidades de MT e MS realizam audiência com parlamentares estaduais sobre vacina e retorno às aulas

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Entidades do setor da Instrução dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul realizaram, no início da semana (07/06), uma audiência pública conjunta com o tema “Vacinação e os desafios da Instrução na pandemia”. O objetivo foi pressionar os governos estaduais pela ampliação da vacinação, além de retomar o debate sobre a volta ao ensino presencial, imposta pelos dois estados e também nacionalmente, a partir do Projeto de Lei 5595/21 – ainda em tramitação no Congresso Vernáculo.

As audiências públicas, porquê espaço institucional reconhecido de sintoma popular, precisam ser requeridas por parlamentares. Assim, a pedido das entidades, os deputados Lúdio Cabral e Pedro Kemp, ambos do Partido dos Trabalhadores (PT), foram os proponentes da sessão nas Casas de Leis de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, respectivamente.

Raquel Brito, 1ª vice-presidenta da Regional Pantanal do ANDES-SN, participou da audiência representando o Sindicato Vernáculo. Em sua mediação, ela repudiou os projetos de lei que foram aprovados em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que declararam a Instrução porquê precípuo exclusivamente para impor o retorno das aulas presenciais sem vacinas. Raquel reforçou a Instrução é, antes de tudo, um recta.

“A Instrução é um recta da população e um obrigação do Estado, que tem se furtado de suas responsabilidades. Ao contrário do que é necessário nesse momento, os governos cortam recursos da Instrução. Não são exclusivamente os professores e os servidores que estão sofrendo. Os estudantes estão profundamente impactados pelo aumento da pobreza, desemprego, exclusão tecnológica, e processo de adoecimento e perda das pessoas em universal, seus familiares”, disse na audiência.

Ao final, tratando dos encaminhamentos, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT/MT) lembrou que o estado de Mato Grosso do Sul vacinou tapume de 33 milénio trabalhadores da Instrução, e Mato Grosso pouco mais de 11 milénio, a grande maioria com a vacina da Astrazeneca, que exige ao menos 14 semanas entre as duas doses e o período ulterior para eficiência da imunização. Assim, além de aumentar o número de pessoas vacinadas, os estados precisam prometer também um Projecto que inclua testagens em tamanho e o rastreamento da doença porquê rotina, com periodicidade, para identificar casos assintomáticos que possam transmitir o novo coronavírus.

Entre os encaminhamentos da audiência também está a disponibilização da Epístola Oportunidade (leia cá) lançada no dia 29/05 pelas entidades de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e a revisão das decisões que impedem concursos públicos, porquê sugeriu a representante do ANDES-SN, Raquel Brito. “Nós precisamos de mais profissionais da Instrução. Se vamos aumentar a infraestrutura, e o objetivo é ter menos estudantes em sala de lição, também precisamos de mais profissionais”, destacou. Deve ser criada, ainda, uma percentagem para escoltar, recomendar e cobrar as ações que os governos se comprometerem a colocar em prática.

Participaram da audiência representantes do Sindicato Vernáculo Servidores Federais da Instrução Básica e Profissional (Sinasefe) seções de MT e MS, da Secretaria de Estado de Instrução de Mato Grosso, além de outros sindicatos e entidades estudantis dos dois estados, muito porquê docentes, técnicos e técnicas e representantes da sociedade social.

A 1ª vice-presidente da Regional Pantanal avaliou com positiva a audiência, que foi uma das ações conjuntas das entidades dos setores da instrução dos dois estados. Segundo ela, anterior à audiência, e porquê segmento da mobilização do dia 29 de maio, as entidades realizaram panfletagem com a Epístola Oportunidade, dialogando com a população sobre a valimento de só retomar as aulas presenciais em seguida a vacinação da população.

“Conseguimos dialogar com parlamentares dos dois estados e também com a secretaria de instrução do estado de Mato Grosso que assumiu o compromisso de não realizar o retorno das aulas presenciais sem as condições adequadas. Tivemos também alguns encaminhamentos, porquê o compromisso de constituir percentagem para escoltar porquê deve ser o retorno presencial às aulas nos estados, de vacinar a comunidade escolar e também a pressionar os parlamentares federais para reposição do orçamento das universidades”, contou Raquel.

“A atividade teve boa repercussão nos estados e é um primeiro passo para continuarmos pressionando os parlamentares a nível estadual e os executivos estaduais e municipais para que o retorno presencial só aconteça de forma segura e em seguida vacinação em tamanho”, acrescentou.

Nascente: ANDES-SN *Com informações e imagem da Adufmat SSind.

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