Estupro de duas meninas em 2016 imputado ao jogador Jobson completa 5 anos sem julgamento

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Redação Jornal do Tocantins

Depois tramitar no Estado do Pará e por duas comarcas do Judiciário do Tocantins, completa 5 anos sem julgamento neste domingo o estupro cometido contra duas meninas, portanto com 13 e 14 anos de idade, imputado ao jogador Jobson Leandro Pereira de Oliveira, 33. 

Segundo a denúncia, na madrugada do dia 13 de junho de 2016, na “Granja da Resenha”, em Couto Magalhães, Jobson Leandro Pereira de Oliveira, 33, manteve conjunção devasso (sexo com penetração) com um jovem portanto com 13 anos e com outra de 14 anos, o que pela lei brasileira é considerado estupro.

A denúncia, originalmente do Ministério Público do Pará tramitou por Colmeia (TO) e se encontra em Colinas (TO), acusa o jogador dos crimes de ameaço, disponibilização de retrato pornográfica de uma jovem na internet e oferecimento de bebida alcoólica a jovem. 

Dois amigos deles, Lucas Espindula Lima, 25 anos, e Gilvan de Miranda Alves, 34 anos, são réus na mesma ação pelo oferecimento de bebidas às adolescentes que frequentaram a “Granja da Resenha”, em Couto Magalhães, a 283 de Palmas, no Noroeste do Tocantins.

Em caso de pena, pelos crimes de estupro de vulnerável, a pena prevista é de 8 a 15 anos de reclusão. Pela divulgação de retrato pornográfica de jovem, a pena prevista é de 3 a 6 anos de reclusão.

Uma das meninas conseguiu o contato do jogador com uma amiga, de 14 anos, e insistiu para ir à granja, onde outras três adolescentes de 14 anos, à quadra, foram levadas por Jobson e Lucas Espíndula Lima, 25 anos, uma jovem com portanto 17 anos apontada uma vez que a namorada de Gilvan de Miranda Alves, 34 anos.

Ela confessou ter tido relações sexuais consensuais e sem efeito de bebida com Jobson em um quarto com leito de solteiro e de parelha, ocupada pelos dois amigos do jogador e mais três garotas.  Na confissão, a pequena afirma que no amanhece o jogador se juntou ao grupo na leito de parelha, onde estava a pequena de 13 anos, apontada uma vez que vítima do jogador. 

Enquanto dormia, a pequena de 14 anos teve o rosto fotografado ao lado do pênis do jogador em retrato divulgada em grupo de WhatsApp governado por Jobson.  Ao cobrar do jogador uma explicação por ter sido fotografada em cena pornográfica, a jovem disse à polícia ter ouvido do jogar que ela “ficaria marcada” e iria “mandar um de seus amigos fazerem alguma coisa com ela”.

O jogador chegou a ser recluso em duas ocasiões por situações ligadas ao caso, mas desde 2017 responde ao processo em liberdade. Nesse tempo, ele jogou futebol defendendo clubes do Rio de Janeiro, Brasília, Pará e Paraíba. Em fevereiro deste ano terminou o contrato do jogador com o Campinense, time de Planície Grande (PA) e ele se mudou de volta para a Rancho RR em Couto Magalhães, noroeste do Tocantins a 283 km de Palmas.

A ação penal ainda se encontra na período de instrução. A audiência marcada no ano pretérito acabou suspensa em razão da pandemia de Covid-19. O caso tramita na 1ª Vara Criminal de Colinas do Tocantins e tem uma vez que juiz substituto José Carlos Machado.

 

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