quinta-feira, agosto 5, 2021

Inferior-assinado para prestação trans em concursos públicos arrecada 30 milénio assinaturas

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Um petição que pede a implementação da “prestação trans” no funcionalismo público será entregue à deputada estadual Erica Malunguinho (PSOL), às 19 horas desta quinta-feira (24), com mais de 30 milénio assinaturas. A entrega será realizada pelo responsável da petição, o cidadão paulista Guilherme Esquina, de 29 anos, em audiência virtual com a parlamentar.

A iniciativa visa mudar a veras em que 90% dos cidadãos transgêneros e travestis precisa recorrer à prostituição porquê nascente de renda por falta de um serviço formal. Por meio da petição oportunidade na plataforma Change.org, ele propõe a geração de cotas para essas pessoas em concursos públicos no contextura dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

“O funcionalismo público precisa simbolizar a pluralidade existente na população brasileira, e todos nós devemos usar das nossas condições e privilégios para cobrar mais medidas inclusivas do Governo, voltadas a esta e outras minorias de classe”, comenta Guilherme.

“Essa mobilização social online, de escora à demanda do peticionário Guilherme Esquina, ilustra que a plataforma Change.org tem cumprido o seu papel, que é o de ser um ducto para que pessoas levantem suas vozes por seus direitos e gerem visibilidade para pautas tão importantes porquê essa, que, infelizmente, muitas vezes ficam invisíveis aos olhos da sociedade e do poder público”, comenta a coordenadora de campanhas da plataforma, Débora Pinho.

A petição sugere a elaboração de uma lei baseada na inclusão e justiça. Um exemplo da Argentina mostra que a proposta tem viabilidade. Em setembro do ano pretérito, o país vizinho aprovou um decreto presidencial determinando que pelo menos 1% de todos os cargos e contratos na governo pública seja destinados a travestis, transexuais e transgêneros. A entrega das assinaturas à Malunguinho é feita com a expectativa de que ela elabore um projeto de lei.

A campanha lançada por Guilherme lembra que o serviço formal é o primeiro e um dos mais importantes passos para diminuir a intolerância e a discriminação, defendendo que o funcionalismo público, por meio da prestação trans nos concursos, pode ser a porta de ingresso dessa população ao mercado de trabalho. Atualmente, o Brasil lidera o ranking mundial de assassinatos de pessoas transexuais, que têm expectativa de vida de somente 35 anos.

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