terça-feira, junho 15, 2021

Júnior Geo volta a cobrar do Estado pagamento e nomeação de servidores que estão trabalhando sem receber salário – Conexão Tocantins

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O deputado estadual professor Júnior Geo (PROS) voltou a
cobrar do Estado, o pagamento e nomeação de pessoas que estão trabalhando para
o Governo do Tocantins sem receber os salários. Durante pronunciamento na
tribuna, na sessão ordinária desta terça-feira, 25, o parlamentar reclamou que,
há mais de dois meses, esses servidores estão sem receber. O Ministério Público
foi acionado pelo Professor Júnior Geo, para ajudar a solucionar o caso.

Desrespeito

“É um grande desrespeito para com essas pessoas que, apesar
de estarem trabalhando, nem mesmo tiveram seus nomes publicados, no Quotidiano
Solene e nem tão pouco, receberam seus salários e isso precisa ser resolvido o
quanto antes porque quem trabalha merece ser remunerado” – afirmou o Professor
Júnior Geo, ao pedir aos demais deputados, o esteio para essa demanda que ele já
cobrou reiteradas vezes na tribuna da Vivenda.

Luta

“Fico muito feliz, quando vejo cá na Reunião
Legislativa, as categorias de trabalhadores do Estado, lutando por seus
direitos, porque é nesta morada mesmo, o lugar ideal para esta cobrança, a
exemplo dos integrantes do concurso da Resguardo Social, cujos remanescentes do
concurso, ainda precisam ser chamados, em função da grande demanda desses profissionais,
apesar de 17 terem tomado posse recentemente” – destacou o Professor Júnior
Geo, acrescentando que há relatos de pessoas que foram contratadas para uma
determinada função e estariam exercendo outra.

Porte de arma

O parlamentar frisou também, a luta dos servidores do
Sistema Socioeducativo do Tocantins que trabalham sem a permissão de porte de
arma.  “Mesmo assim, os servidores fazem o transporte de menores
infratores nas cidades, em todo o Estado, sem poder utilizar ou portar arma” –
questionou Geo, informando do risco pois, “entre esses menores, existem
integrantes de facções criminosas, traduzindo na falta de segurança desses
servidores, enquanto exercem suas funções” – concluiu o parlamentar.

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