quinta-feira, agosto 5, 2021

Miss Potiguar se prepara para simbolizar Brasil na Polônia em agosto

- Publicidade -

Deise Benício foi a vencedora do Miss Brasil Supranational e vai simbolizar o País na Polônia – Foto: Reprodução / Instagram

É verosímil que você já a conheça ou ache seu rosto familiar. Com uma trajetória na voga que começou aos 14 anos de idade, a protótipo e estudante de Recta, Deise Benício, já tem no seu portfólio trabalho com diversas marcas. E agora, aos 29 anos, se prepara para um novo repto: em agosto, a jovem que é nascida em São Rafael, mas que viveu boa segmento da vida em Macaíba, região metropolitana de Natal, embarca para a Polônia para simbolizar o Brasil em um concurso internacional de venustidade, o Miss Supranational.

Deise conquistou a vaga para simbolizar o país em um concurso realizado em novembro do ano pretérito, disputando com meninas de todo o Brasil. Ela representou o Região Federalista, lugar onde mora atualmente. A realização do torneio ficou com a data em lhano, em razão da pandemia do novo coronavírus, e, por isso, a viagem para a grande final acontecerá quase um ano depois.

Deise coroada Miss Brasil Supranational

“Estou com um insensível na bojo enorme. Não é o primeiro concurso internacional do qual participo, mas é o último. Portanto, some à responsabilidade de simbolizar o Brasil o peso de uma despedida deste universo que sempre me deixou tão encantada”, conta a miss, que em 2014 foi ao Japão com a tira brasileira participar do Miss International, outra franquia de concursos de venustidade. Lá, do outro lado do mundo, ficou entre as seis primeiras, disputando com mais de 70 candidatas de diversas nacionalidades.

“Foi uma experiência inolvidável. Era minha primeira viagem internacional e logo para o Japão, um lugar completamente dissemelhante, com uma cultura muito pessoal”, recorda. “Hoje me sinto ainda mais preparada para esse repto. A maturidade ajuda muito, sabia?”, brinca a bela de sorriso fácil. Antes de ir ao Japão, ela ficou em terceiro lugar no Miss Brasil, na franquia Universo, representando o Rio Grande do Setentrião.

n
Em desfile de gala durante o concurso

A atual Miss Brasil Supranational conta com bastante empolgação que os critérios destes concursos mudaram. E ela sente que não está submetendo somente sua venustidade à aprovação de um júri. “Se fosse exclusivamente isso, eu não participaria. O que estou colocando à disposição é minha capacidade de usar minha voz para simbolizar causas, para ser voz para quem não consegue ser ouvido. E é por essas bandeiras, da paridade de gênero, da tolerância e do saudação, que estou enfrentando mais oriente repto”.

A final do concurso será no dia 21 de agosto, mas ela deve embarcar alguns dias antes para satisfazer quarentena e participar de todas as etapas do confinamento. No momento, a correria é totalidade. Além dos cuidados estéticos, tem ensaios de passarela, provas de roupa, exames médicos e um intenso de inglês. “Retal final é assim mesmo. Mas o carinho que eu tenho recebido deixa tudo muito mais ligeiro”.

DE SÃO RAFAEL PARA O MUNDO

“Sou Nordestina, potiguar, são rafaelense e tenho muito orgulho disso”, afirma categoricamente Deise Benício, que revela também a influência desse empoderamento regional. O sotaque, apesar de já morar em Brasília há alguns anos, é o mesmo. “É quem eu sou”.

O preconceito, conta, é inegável. Ela percebeu que havia um tratamento dissemelhante desde que representou o Rio Grande do Setentrião no Miss Brasil, sete anos detrás. “As pessoas não esperam que sejamos bonitas ou inteligentes. E essa ‘surpresa’ que às vezes vem até em formato de preconização é também discriminação”. Algumas brincadeiras – ela fez o sinal de aspas com as mãos – escuta até hoje.

deise noel
Deise fazendo ação social porquê ajudante do Noel

Todavia, nunca cogitou esconder ou “esconder” suas raízes. E um motivo a mais para isso é o vestuário de que seu sonho de miss se transformou em um sonho de família. Quando ela entrou pra esse universo dos concursos, as famílias paterna e materna se uniram em uma torcida digna de Maracanã em final Fla-Flu. “Minha família é muito grande e são pessoas muito animadas, que, além do suporte e do suporte, me dão a vontade que eu preciso para seguir firme”, revela.

A torcida de Deise sofreu uma grande baixa em 2016, com a morte de seu pai. “Ele me apoiava muito, e eu ainda consigo sentir a torcida dele sempre que subo na passarela”.

A conexão com sua cidade natal, localizada na região oeste do estado, é fortalecida anualmente nos fins de ano, quando ela se veste de ajudante do Papai Noel (que no caso é o irmão dela, Diego Benício) e distribui presentes para crianças carentes do município. “Minha família faz isso há muitos anos e, sempre que eu posso, estou junto”.

ARTIGOS RELACIONADOS

- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

- Publicidade -