quarta-feira, abril 14, 2021

Morre no Rio de Janeiro, por complicaes decorrente da Covid-19, o cantor Agnaldo Timteo

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O cantor Agnaldo Timóteo morreu, neste sábado, devido a complicações decorrentes da Covid-19. Aos 84 anos, o artista estaba internado no hospital Morada São Bernardo, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, desde o dia 17 de março. A informação foi confirmada, nesta tarde, pela equipe do cantor.

” É com imenso tarar que comunicamos o falecimento do nosso querido e querido Agnaldo Timóteo”, consta de um trecho do enviado, que continua: ” Agnaldo Timóteo não resistiu às complicações decorrentes do COVID-19 e faleceu hoje (sábado), às 10:45 horas”.

O texto afirma ainda que a família do artista agradece todo o espeque dos fãs, que torceram e oraram pelo cantor: ” Temos a fé que Timóteo deu o seu melhor para vencer essa guerra e a venceu! Ele viverá eternamente em nossos corações! A família agradece todo o espeque e profissionalismo da Rede Hospital Morada São Bernardo nessa guerra. Afamília informa que a Manante de Fé, com pensamentos positivos e orações, permanecerá, em prol de um mundo melhor!”

Timóteo recebeu a primeira ração da vacina contra o coronavírus, mas foi diagnosticado com a doença em seguida sentir-se mal, com pressão baixa, segundo relato de seu sobrinho, Timotinho Silva. O cantor chegou a deixar a UTI no dia 19 de março, mas não resistiu à infecção. Em 2019, o cantor passou 59 dias internado, em seguida tolerar um acidente vascular cerebral (AVC), no mês de maio.

A curso de Agnaldo Timóteo, do cantor brega ao político polemista

Agnaldo sempre gostou de trovar. Na dezena de 50, o programa “Domingo é dia de folga”, de Governador Valadares, anunciava o “Curió de Caratinga” antes da ingresso da voz poderosa, apesar de ainda jovem, do jovem Agnaldo Tiomóteo. O artista, que na idade trabalhava uma vez que torneiro mecânico, buscava ali o início de uma trajetória profissional — ou melhor, de um sonho que começara ainda na puerícia, em sua cidade natal, Caratinga, quando ele gostava de imitar vozes uma vez que as de Cauby Peixoto e Anísio Silva.

A estirão até ali havia sido difícil. Ainda em Caratinga, Agnaldo trabalhava desde os 9 anos (entregando malas na estação, engraxando sapatos, vendendo mangas ou pastéis feitos pela mãe) para ajudar a família. Participou de seus primeiros concursos uma vez que cantor, nos circos que chegavam à cidade. Aos 16, se mudou para Governador Valadares e começou a trovar nas rádios locais. Mais tarde foi para Belo Horizonte em procura de mais oportunidades — lá ficou divulgado uma vez que o “Cauby mineiro”, muitas vezes uma vez que uma espécie de “substituto” sítio do cantor.

Foi em Belo Horizonte que foi ouvido por seu ídolo Anísio Silva, que o apresentou a seu empresário Kléber Lisboa. Namorado de Ângela Maria, Kléber apresentou Agnaldo à cantora, que o aconselhou a ir para o Rio, onde sua curso teria mais chances de intercorrer. Ele seguiu a sugestão e em 1960 desembarcou na novidade cidade, onde pôde saber um jovem Roberto Carlos também recém-chegado e buscando espaço uma vez que cantor.

Sem conseguir emplacar a curso, Agnaldo pediu uma ajuda para Ângela, que o empregou uma vez que seu motorista. Ela também o indicou para o selo Caravelle, que em 1961 lançou seu primeiro disco, um 78 rotações que tinha num lado “Sábado no morro” e no outro “Cruel Solidão”. As gravações não tiveram repercussão. Em 1963, ele gravou “Trotura de paixão”, de Waldick Soriano, já dentro do estilo romântico que o consagraria no horizonte, mas novamente as vendagens foram pífias — 180 cópias vendidas de mão em mão pelo próprio Agnaldo.

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