sexta-feira, junho 25, 2021

Operação Reconhecimento: O que fazem os delegados de Polícia do Tocantins? – Conexão Tocantins

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Responsáveis por liderar todas as delegacias do Estado e as
equipes formadas pelos cargos da Polícia Social, esses profissionais possuem um
papel fundamental no cumprimento das determinações da justiça para punir os
criminosos e manter a população cada vez mais segura. Hoje, no fecho da
campanha “Operação Reconhecimento”, você entenderá o que fazem os delegados
da Polícia Social do Estado do Tocantins.

Essa função é prevista pela Lei n° 12.830 de 20 de junho de
2013 (nível vernáculo) que dispõe sobre a investigação criminal conduzida pelo
Representante de Polícia e a Lei n° 2.314 de 30 de março de 2010 (nível estadual)
que estabelece que o profissional deve também simbolizar à mando
judiciária competente pela decretação de prisões e demais medidas previstas na
legislação processual penal, realizar as diligências determinadas pelo raciocínio
penal, porquê mandados de prisão e procura e inquietação; se direcionar ou ordenar
alguém aos locais de delito providenciando para que não se alterem o estado
e a conservação das provas, entre outras atribuições.

E porquê se tornar um Representante de Polícia?

Para investidura neste missão é necessário possuir nível
superior em Recta, possuir três anos de prática jurídica ou policial,
aprovação no Curso de Formação de Representante de Polícia Social e em todas as fases
submetidas por concurso público.

Um trabalho que preserva os direitos da população

Representante de Polícia no Tocantins desde junho de 2017, José
Lucas Melo da Silva possui uma trajetória repleta de atuações no combate à
criminalidade em vários municípios tocantinenses. Atualmente está porquê titular
da 63ª Delegacia de Polícia de Paraíso do Tocantins, cidade em que também
chefiou a 5ª Delegacia Regional de Polícia Social (DRPC), a 61ª Delegacia de
Polícia e a Especializada no Atendimento a Crianças e Adolescentes. Outrossim,
José Lucas trabalhou nos municípios de Marianópolis, Monte Santo e em Colinas
onde atuou na 42ª Delegacia de Polícia e na Delegacia Especializada em Furtos e
Roubos.

Segundo José Lucas, a função do mandatário de Polícia é
primordial para prometer justiça à sociedade. “Por ser um missão híbrido, com
natureza jurídica e policial, é dinâmico. Atuar no início da persecução
criminal permite preservar e restaurar os direitos da população que tenha
sofrido alguma infração penal, promovendo a devida responsabilização a quem
tenha incorrido em sua prática. Da mesma forma, evita-se que seja levado a
responder um processo criminal quem não deva, prevenindo assim injustiça”,
comenta.

Ele ainda destaca o quão fundamental é o missão para promover
um trabalho integrado dentro de uma delegacia. “Cabe ao mandatário liderar sua
equipe de forma a proporcionar que todos tenham condições de desempenhar com
qualidade a sua função, uma vez que somente com o trabalho integrado é verosímil
inferir resultados expressivos contra a criminalidade, cada vez mais
organizada”, afirma.

Seguir na profissão sempre foi um sonho de José Lucas que vê
a curso policial uma forma de prestar escora a quem precisa. “O trabalho da
Polícia Social feito de forma íntegra, dedicada e voltada à sociedade tem o
poder de transformar positivamente a vida da população. A resposta que obtemos
das pessoas no atendimento quotidiano é a melhor recompensa pelo serviço prestado.
Sempre quis ser mandatário e a motivação é buscar fazer o trabalho de forma
correta, cada vez mais buscando resultados que concretizem o sentimento de
justiça que a sociedade procura”, encerra o mandatário.

O dom investigativo

Jacqueline de Guimarães e Souza também é delegada de Polícia
no Tocantins e atua desde 2002, hoje está porquê titular da Delegacia de Assuntos
Internos da Corregedoria-Universal da Secretaria de Segurança Pública, em Palmas,
mas já chefiou delegacias em várias cidades do interno, entre elas: Talismã,
Filadélfia, Tocantinópolis, Araguaína, Guaraí, Paraíso e Araguacema.

A escolha pela profissão é revérbero da curso seguida pelo
seu pai e também pela diretriz investigativa, o que proporciona o
explicação dos fatos, uma vez que, segundo ela, sempre foi muito curiosa e
admirava o paisagem investigativo, a procura em saber as causas, as motivações,
as circunstâncias em que os fatos ocorriam.

Ao relatar os aprendizados na curso policial durante
todos esses anos, Jacqueline afirma ter obtido grandes lições que
proporcionaram uma melhor percepção de vida. “A experiência que levo, repercute
inclusive na esfera pessoal, a de que tudo na vida, desde o princípio, tem seus
indicadores. Por exemplo, todo delito, tudo aquilo que fere ao próximo, que
desculpa danos, seja de ordem material, psicológica ou emocional, anteriormente,
já possui seus indicadores. Alguém que tem a tendência ao cometimento do delito,
de uma violência em privado, inicia com ataques verbais, com condutas
antisociais no seio familiar, no seio da comunidade mais próxima. Assim, até
mesmo ao nos relacionarmos interpessoalmente, mister analisarmos também os
indicadores: familiares, sociais, interpessoais”, disse.  

Sobre motivação, Jacqueline afirma estar vivendo o melhor da
sua curso profissional. “O momento em que me encontro mais motivada tem sido
oriente em que o esforço do trabalho contínuo é valorizado, zero obstante os desafios
encontrados; em que o saudação pela minha humanidade tem sido valorizada,
inclusive pelos meus chefes aos quais hierarquicamente subordinada, e também
pelos colegas de trabalho. A boa convívio, a parceria, onde ninguém é melhor
que ninguém, mas antes, todos se auxiliam mutuamente; onde sou ouvida com
gentileza e instrução, sem arbitrariedades, sem ataques pessoais – os quais,
friso, anteriormente vividos sobejamente, tudo isso tem sido motivações
importantíssimas”, conclui Jacqueline.

A presidente do Sinpol-TO, Suzi Francisca, ressalta que
“assim porquê demonstramos a prestígio dos demais cargos, reconhecemos o papel
desempenhado pelos delegados da Polícia Social do Tocantins, companheiros
comprometidos com a segurança da população, que não cessam a luta a cada dia
para solidificar caminhos que libertem a sociedade da criminalidade”, pondera
Suzi. (Ascom Sinpol)

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