segunda-feira, junho 14, 2021

Polícia Federalista confirma realização de concurso neste domingo (23)

- Publicidade -
Sede da Polícia Federalista em Brasília

A Polícia Federalista (PF) confirmou que realizará, neste domingo (23), a primeira tempo do concurso público para preencher imediatamente 1.500 vagas. A informação foi divulgada posteriormente o Supremo Tribunal Federalista (STF) determinar, por dez votos a um, pela manutenção da data já anunciada.

Muro de 320 milénio candidatos se inscreveram para concorrer a uma das vagas disponíveis para os cargos de procurador, agente, escrivão e papiloscopista. A emprego das provas está a função do Núcleo Brasílico de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).

Em nota, a Polícia Federalista informou que o concurso ocorrerá em todo o país. Os locais de prova e as orientações que os candidatos devem seguir a termo de se proteger contra o novo coronavírus podem ser consultadas no site do Cebraspe. Os portões serão abertos duas horas antes do horário previsto para o início das provas, e os candidatos serão autorizados a entrar de forma escalonada.

Cronograma

Autorizado no termo de 2020, o concurso teve seu primeiro edital publicado em meados de janeiro de 2021. O cronograma inicial previa a realização das provas em 21 de março, mas, dez dias antes da data prevista, o Cebraspe anunciou o prorrogação das provas para 23 de maio, “em razão das medidas restritivas adotadas pelos estados e municípios” devido à pandemia da covid-19.

Argumentando que, em função do número de novos casos da doença e de mortes, alguns estados e municípios tinham decretos restringindo a realização de eventos, incluindo concursos públicos, uma candidata recorreu à justiça para que a prova deste domingo fosse adiada.

Para a maioria dos ministros do STF, porém, a União tem autonomia para realizar o concurso, pois se trata de atividade necessário à segurança pública. Somente o relator do processo, o ministro Edson Fachin, votou pela suspensão da prova.

Segundo o STF, com a decisão desta sexta-feira (21), prevaleceu a opinião de que, embora o STF tenha reconhecido a legitimidade de estados e municípios, de forma concorrente, adotarem medidas sanitárias que considerem necessárias para o combate à pandemia, não pode possuir indevida interferência nas competências da União, mormente quando se tratar de atividades essenciais.

ARTIGOS RELACIONADOS

- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

- Publicidade -