terça-feira, junho 15, 2021

Porto Prazenteiro tem cesta básica mais rosto entre capitais. Veja lista completa

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A cidade de Porto Prazenteiro, no Rio Grande do Sul, teve em maio a cesta básica mais rosto entre todas as capitais do Brasil. Pelo menos é isso o que mostram os dados de uma pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Esse levantamento leva em consideração os dados de 16 capitais do país. Porto Prazenteiro lidera essa lista. De consonância com o levantamento, uma cesta básica na capital gaúcha custou em média muro de R$ 636,96. Isso considerando os dados do último mês de maio.

Logo depois vem a cidade de São Paulo. A capital paulista só fica detrás por uma questão de centavos. Por lá, uma cesta básica custou em média R$ 636,40. Na terceira posição vem a cidade de Florianópolis, em Santa Catarina, com uma cesta valendo em média R$ 636,37.

Esses são os valores de uma cesta básica para quatro pessoas. Portanto esses números podem subir ou tombar a depender da quantidade de vitualhas que existam dentro dela. No entanto, dá para tirar uma base de preços com essa média do Dieese.

E a prelecção que dá para tirar é que os valores estão muito altos para uma grande parcela da população. Muita gente, por exemplo, não consegue juntar essa renda por mês. Na prática, isso significa manifestar que essas pessoas não estão se alimentando porquê deveriam.

Veja a lista dos valores das cestas nas 16 capitais que o Dieese pesquisou em maio.

  • Porto Prazenteiro: R$ 636,96
  • São Paulo: R$ 636,40
  • Florianópolis: R$ 636,37
  • Rio de Janeiro: R$ 622,76
  • Vitória: R$ 616,96
  • Curitiba: R$ 608,89
  • Brasília: R$ 588,24
  • Campo Grande: R$ 575,01
  • Goiânia: R$ 564,04
  • Fortaleza 532,21
  • Belém 515,84
  • Natal 501,70
  • João Pessoa 491,63
  • Recife 480,80
  • Salvador 470,14
  • Aracaju 468,43

Maiores altas

A pesquisa do Dieese também mostrou os dados das maiores altas dentre as capitais em que há dados. De consonância com o levantamento de maio, a capital que registrou o maior prolongamento no mês de maio foi Natal, no Rio Grande do Setentrião, com um aumento de 4,9% no valor.

Logo depois, labareda a atenção os crescimentos nos valores de Curitiba (+ 4,33%), Salvador (+ 2,75%) e Belém e Recife empatadas (+ 1,97%). Em todas essas cidades, as pessoas estão registrando dificuldades para realizar as compras de vitualhas básicos neste momento.

Auxílio Emergencial

Quem está vivendo exclusivamente com o Auxílio Emergencial, por exemplo, está sofrendo para conseguir remunerar tudo agora. De consonância com as informações do Ministério da Cidadania, o mercê emergencial está pagando quatro parcelas de valores que variam entre R$ 150 e R$ 375.

Com esses montantes, não dá para comprar uma cesta básica em nenhuma dessas 16 capitais citadas pelo Dieese. Mesmo em Aracaju, que é a cidade que registra o valor mais insignificante, não tem essa possibilidade. Portanto, é uma situação difícil para muita gente.

Apesar disso, o Governo não está dando sinais de que pode aumentar o valor do Auxílio Emergencial. De consonância com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, há uma possibilidade de prorrogar o mercê por mais dois ou três meses. No entanto, ele não falou em aumento.

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