terça-feira, junho 15, 2021

Qualidade dos grãos de moca produzido por famílias agricultoras da Chapada Diamantina garante preços supra do mercado

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Com uma produção anual de quatro a cinco milénio sacas de moca e atentos à potencialidade da produção de cafés na região da Chapada Diamantina, a Cooperativa de Cafés Especiais e Agropecuária de Piatã (Coopiatã) celebra o Dia Vernáculo do Moca, nesta segunda-feira (24), com avanços nas vendas e valorização do resultado. O moca da Coopiatã, produzido por famílias agricultoras de Piatã e Ibicoara, é um dos destaques da Bahia no cenário pátrio e internacional.

A primazia na produção de cafés de subida qualidade, garantiu à cooperativa, em 2020, um faturamento de aproximadamente R$ 1,4 milhão, gerando, somente com a venda do moca, uma renda média mensal para cada cooperado e cooperada de R$ 2.500,00.

Entre os diferencias que permitem obter esses resultados estão a localização das lavouras, em áreas que chegam a altitudes entre 1.260 a 1.400 metros, temperaturas amenas, ideais para o cultivo, e solo favorável. As condições climáticas somadas às melhorias do processo de produção e o esteio do Governo do Estado, geram excelentes resultados na produção de grãos de cafés 100% arábica, especiais e gourmets, de subida qualidade e valor associado.

Os cafés, classificados porquê tradicional, gourmet, próprio e superior, são comercializadas pela cooperativa, em grãos ou moídos, no Brasil e também por meio de exportação para a Austrália e Estados Unidos, nas marcas: Coopiatã, Rigno, Rarefeito, Taperinha, Moca da Lucineia, Moca do João, Entrevales, Cafundó e Suplente da Chapada.

O reconhecimento dos elevados níveis de classificação de moca da Coopiatã já rendeu mais de 50 premiações em concursos nacionais e internacionais, entre elas a da Associação Brasileira da Indústria de Torrefação e Moedura de Moca (ABIC), do Coffee of The Year, e a do Cup Off Excellence, promovido pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA). Com as classificações no Cup of Excellence 2020, foi provável participar de um disputado leilão internacional, via internet, alcançando preços que vão muito além dos praticados no mercado convencional.

Renato Rodrigues, um dos 47 cooperados da Coopiatã, com moca premiado, destaca que a boa colocação do moca em concursos mostra a força da produção dos agricultores familiares baianos: “Lucrar esse prêmio traz uma conquista para todos nós, produtores de moca de Piatã, da Bahia. É resultado de muita dedicação, trabalho e paixão por esse fruto que nos enche de orgulho. O nosso moca está entre os melhores do Brasil e é da cultivação familiar”.

De entendimento com o presidente da Coopiatã, Rodolfo Mulato, a saca de 60 kg do moca arábica convencional sai hoje, em média, por R$ 500. O preço de um próprio é comercializado, em média, a R$ 1.750, a saca, no mercado. Já a saca de um moca classificado porquê próprio, muito posto em um concurso porquê esse, pode chegar a mais de R$ 50 milénio.

Diferenciais que atraem novos consumidores

O conhecimento sobre a proveniência e a qualidade do moca da Coopiatã conquistaram a coordenadora pedagógica Ingrid Pedrett, de Salvador: “Eu paladar muito de consumir um resultado do qual eu sei a origem e porquê funciona toda a ergástulo produtiva. Saber quem faz e porquê e onde é feito. O moca da Coopiatã tem esses requisitos. É feito por produtor rústico, tem um sabor único e é daqui da nossa terreno, da Bahia. É um caminho sem volta, quando a gente consome um moca de qualidade, não aceita outro qualquer, virei fã”.

Investimentos

Alguns desses resultados alcançados pela Coopiatã se devem aos investimentos do Governo do Estado, via projeto Bahia Produtiva, da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rústico (SDR), com cofinanciamento do Banco Mundial. São murado de R$ 1,8 milhão, talhado a ações porquê a de implantação de uma agroindústria de torrefação, visando à redução dos custos na produção e no beneficiamento de cafés especiais.

A cooperativa conta ainda com o serviço de assistência técnica e extensão rústico (Ater), para a melhoria da qualidade na produção dos grãos e com a assistência técnica em gestão (Ateg), para atuar na melhoria da gestão e nas estratégias para viabilizar o entrada aos mercados para o moca. Está prevista também a compra de um veículo utilitário, para o esteio à logística.

Para Rodolfo Mulato, o Bahia Produtiva trouxe um olhar diferenciado sobre a sua atuação mercantil da Coopiatã, com suporte técnico adequado, que possibilitou a inserção em novos mercados e a implementação de estratégias para que a cooperativa consiga se posicionar no mercado de forma mais adequada: “A gente tem uma gestora que trabalha firme nos nossos protocolos e operações e um engenheiro agrônomo que roda o campo, portanto, estamos constatando melhoria na produtividade e na qualidade. A gente tem potencial e nosso moca é reconhecido mundialmente”.

Onde encontrar os produtos da Coopiatã

Os cafés da Coopiatã são comercializados em lojas especializadas e também por meio de plataformas digitais porquê o site: coophub.com.br e a startup Escoaf, além das redes sociais (@coopiata).

Manancial: Ascom/SDR

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