segunda-feira, maio 17, 2021

Somente 15% conseguem trabalho na extensão em até 3 meses posteriormente formatura, diz pesquisa | Concursos e Serviço

- Publicidade -

Pesquisa do Núcleo Brasílico de Estágios (Nube) mostra que unicamente 14,87% dos recém-formados que pegaram o diploma em 2019 e 2020 conseguiram vagas nas suas áreas de formação posteriormente três meses da formatura.

Em relação ao último levantamento, feito em 2019 com formados entre 2014 e 2018, houve uma redução de 45% na quantidade de pessoas que se colocaram no mercado de trabalho para o qual se formaram em até um trimestre depois da formatura. Há dois anos, 27,02% dos entrevistados afirmaram ter conseguido trabalho em suas áreas de formação em menos de três meses.

Dos entrevistados, 52,12% afirmaram não estar trabalhando – 27,85% estão desempregados há mais de um ano. Dos 43,05% já inseridos no mercado, unicamente 19,93% estão executando atividades relacionadas às suas profissões.

O estudo teve a participação de 8.465 brasileiros de todos os estados do país e Região Federalista.

Porquê os jovens podem se preparar para o mercado de trabalho

Graduados trabalham em funções de menor escolaridade

O levantamento mostra que, com a escassez de vagas, os profissionais com nível superior de escolaridade acabam aceitando trabalhar em funções que exigem nível fundamental e médio.

De conformidade com o IBGE, a taxa de desemprego entre as pessoas de 18 a 24 anos ficou em 29,8% no último trimestre de 2020, mais que o duplo da taxa média vernáculo, de 13,9%.

Entre os exemplos apontados na pesquisa estão administradores atuando uma vez que operadores de caixa e cozinheiros, e pedagogos exercendo funções de faxineiros ou acompanhantes de idosos.

Há ainda contadores e advogados trabalhando uma vez que frentistas, designers de games uma vez que auxiliares de crédito imobiliário, enfermeiros uma vez que cabeleireiros, formados em letras na função de porteiro, nutricionistas trabalhando uma vez que babás ou manicures, engenheiro elétrico atuando uma vez que motorista de aplicativo e engenheiro mecânico que trabalha na função de motoboy.

Para quem tem mais de uma graduação, a situação também pode ser difícil. “Isso mostra uma vez que antes mesmo do coronavírus as organizações já enfrentavam certas dificuldades. Entretanto, depois da chegada da crise sanitária, a veras ficou ainda mais desafiadora, principalmente para o público mais novo”, diz Seme Arone Junior, presidente do Nube.

Segundo Arone Junior, o jovem, ao concluir cursos uma vez que recta, psicologia, fisioterapia ou biologia, sonha em exercitar funções na sua extensão de graduação. Por falta de chances, ele acaba buscando diferentes ocupações, mas ainda almeja uma possibilidade dentro do seu ramo.

“Isso não é demérito qualquer. Seja uma vez que frentista, jardineiro ou faxineiro, certamente esse quidam fará o seu melhor. Todavia, o principal caminho para transformar o Brasil em uma região altamente desenvolvida é por meio da instrução e da capacitação. Portanto, é preciso gerar mecanismos para aproveitar todos esses talentos com mão de obra qualificada. Não podemos deixar de lado esse conhecimento. Só assim poderemos mudar a veras do nosso país”, afirma.

Empresas exigem demais, dizem candidatos

Afetados pelo desemprego, cada vez mais jovens estão voltando para a casa dos pais

Afetados pelo desemprego, cada vez mais jovens estão voltando para a moradia dos pais

Embora 60,81% dos participantes tenham estagiado durante a faculdade, 65,71% relataram uma vez que a maior dificuldade para serem aprovados para uma vaga o vestimenta de as empresas exigirem experiências que os candidatos não possuem.

O estudo mostra ainda que unicamente 2,82% dos entrevistados conseguiram vagas de trainee. E 11,11% já desistiram de procurar empregos por conta da pandemia.

“O estágio é uma óptimo nascente de capacitação. Entretanto, com a economia incerta, as companhias demandam cada vez mais habilidades dos seus colaboradores, não unicamente as técnicas oferecidas em sala de lição. É preciso também fazer cursos extracurriculares, erigir um bom networking e aproveitar todas as chances para aprender sobre sua curso”, orienta o presidente do Nube.

ARTIGOS RELACIONADOS

- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

- Publicidade -