Tribuna do Setentrião – Com proximidade de concursos importantes, professor dá dicas de estudo; veja

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Às vésperas de importantes concursos públicos no Rio Grande do Setentrião, algumas pessoas ainda estão decidindo uma vez que fazer a preparação e se de trajo vão participar dos certames. A vantagem para quem já vem estudando é grande, mas algumas dicas podem ser levadas em consideração na reta final de estudos e contribuir para melhores provas.

Créditos: DivulgaçãoProfessor dá dicas de estudo para concursos públicos

Nos próximos meses, os principais concursos realizados serão na dimensão de segurança pública. Polícia Social, Polícia Federalista e Polícia Rodoviária Federalista têm os certames marcados e algumas disciplinas em generalidade, principalmente na dimensão de Recta e Português. Segundo o professor Assis Maia, que atua em cursinhos preparatórios para concursos, é importante que o aluno não foque nos estudos somente nas matérias que mais gosta.

“A material precisa ser estudada, independente de se gostar dela. O que me fará gostar de um tópico nem é o tópico em si, mas sim as questões que acerto sobre ele”, disse o professor através de suas redes sociais.

Por isso, na reta final de estudos o professor alerta para a premência de se estudar também resolvendo questões, que servirão para se dar uma real noção sobre o nível de preparo do candidato para os certames.

“Não tenha susto de fazer questões. Elas são seus balizadores no preparatório. Use e abuse delas”, postou o professor.

Outra dica foi com relação às revisões. No entendimento de Assis Maia, não se pode deixar de lado uma repassada no teor para evitar esquecimento e, assim, errar questões sobre assuntos que já foram estudados pelos candidatos.

“Não negligencie as revisões. A curva do esquecimento é um inimigo real e perigoso. Faça bons resumos para usar na revisão”, disse, explicando ainda que um bom resumo, falando a grosso modo, é o que seria prestes pelo candidato se fosse grudar na prova.

Além dessas sugestões, o professor também sugeriu que os candidatos monitorem os estudos, organizando o teor de forma que se saiba claramento o que do edital já foi estudado. Para ele, é preciso que se tenha a consciência sobre tudo o que já foi repassado.

“O que não pode ser medido não pode ser gerido, melhorado”, finalizou.

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