quarta-feira, maio 5, 2021

Uma vez que conciliar o estudo para a Receita Federalista com os próximos fiscos.

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Neste cláusula, você verá porquê conciliar o seu estudo para a Receita Federalista com a preparação para os próximos concursos fiscais estaduais e municipais previstos.

Uma vez que vem sendo divulgado cá pelo Estratégia, existem diversos concursos fiscais estaduais e municipais esquentando no ano de 2021.

Sabemos que muitos alunos estudam somente para a Receita Federalista, mas, é sempre bom ponderar formas de se preparar para aproveitar o maior número de vagas possíveis, vez que todos os certames previstos representam ótimas oportunidades de ingresso no serviço público com remunerações atrativas.

Vale a pena permanecer estudando somente para a Receita Federalista?

Quando alguém decide estrear na extensão fiscal, é geral que seu ponto de início seja o concurso para a Receita Federalista, vez que o órgão possui grande visibilidade no país ao atuar em todo o território pátrio.

Geralmente, existem quatro atrativos no concurso da Receita:

1 – O número de vagas ressaltado num provável concurso;

2 – A possibilidade de morar perto de lar, vez que poderá atuar em todo o país;

3 – Cargos que aceitam qualquer curso de nível superior, sem especificar porquê alguns fiscos;

4 – Ótima remuneração.

Embora sejam bons atrativos, existem ressalvas importantes a serem consideradas.

Número de vagas e lotação

Os concursos anteriores da Receita Federalista apresentaram um grande número de vagas, todavia, a situação econômica do país e a informatização do órgão são fatores que vêm sendo considerados pela União. Isso significa que, pelo menos a limitado prazo, os concursos federais deverão vir com menos vagas que os anteriores.

Quanto à lotação, é importante frisar que a carência de pessoal na Receita Federalista se concentra nas áreas de fronteira.

Todos que entram na Receita Federalista sonham em viver em alguma cidade específica, seja para permanecer mais perto da sua família, ou perto da praia, ou por qualquer motivo pessoal.

A verdade, infelizmente, é dissemelhante da expectativa, pois o ingresso não garante que você necessariamente conseguirá ir para onde quer, existindo a possibilidade de ser lotado em uma cidade que não gostaria ou ir para uma região de fronteira que não te interesse.

Isso não significa que todas as lotações são ruins, há pessoas que conseguem entrar de primeira em diversas cidades muito boas porquê Brasília, por exemplo.

Se você entrou no órgão e está trabalhando em um lugar que não gostaria, sempre haverá um concurso de lotação para remoção no horizonte, mas existem diversos quesitos de avaliação, entre eles a antiguidade.

Uma vez que a antiguidade é um fator relevante, geralmente o tempo para conseguir a remoção para determinadas cidades chega a ser de décadas!

A título de exemplo, digamos que você entrou na Receita Federalista e foi trabalhar na fronteira, mas sonha em trabalhar em Fortaleza. Para conseguir isso, você terá que esperar surgir uma vaga e precisará que as pessoas que tenham entrado anteriormente não queriam ir para o lugar, ou não existam mais pessoas na fileira de antiguidade do órgão. Ou seja, você pode ter que trabalhar por anos onde não deseja morar.

Formação e remunerações

No tocante a formação de nível superior exigida, a Receita Federalista aceita formação em qualquer extensão, mas esta não é uma exclusividade do órgão. Na verdade, a grande maioria dos cargos da extensão fiscal exigem qualquer curso superior completo, sem especificar formações específicas.

Quanto ao salário, é importante lembrar que o teto dos servidores do Executivo é o salário do gerente do ente federado, portanto, não há jerarquia entre salários das esferas federalista, estadual e municipal.

Atualmente, o salário de um Auditor da Receita Federalista é estruturado da seguinte forma:

Já nos Estados e Municípios, é provável encontrar remunerações que chegam a :

remunerações dos fiscos estaduais
 remunerações dos fiscos municipais

Uma vez que demonstrado nas tabelas supra, existem inúmeros locais com salários iniciais superiores ao da Receita Federalista, portanto, se o salário for o fator decisivo para a escolha do seu concurso, há opções tão boas quanto a Receita ou até melhores que ela nos concursos estaduais e municipais.

Sim! Essa possibilidade é plenamente provável e até mesmo recomendada!

Via de regra, os concursos da extensão fiscal costumam permanecer concentrados nas mãos das principais bancas (FCC, FGV, CESPE, VUNESP e a antiga ESAF), aliás as matérias da extensão fiscal se repetem muito de uma prova para a outra, isso porque existe um núcleo de disciplinas básicas e intermediárias que dificilmente é modificado de um concurso para o outro.

Sendo assim, é provável que você concilie seus estudos para abranger diversos certames, pois estudando os núcleos básicos da extensão fiscal você se preparará para os demais fiscos estaduais e municipais.

Um outro veste que reforça isso é que ao escolher seu foco em uma carteira específica da extensão fiscal, você maquinalmente se preparará para mais de um torneio.

Um grande exemplo foi a sequência de provas realizadas pela FCC em 2018/2019, onde a carteira examinadora organizou 5 concursos fiscais: Sefaz-GO, Sefaz-SC, Sefaz-Ba, ISS-São Luís e ISS-São José do Rio Preto.

concursos realizados

Uma vez que conciliar o estudo das disciplinas da Receita com o restante da extensão fiscal?

Obviamente, existem matérias específicas de cada torneio que não se repetem, mas não adianta iniciar seus estudos por elas, pois é necessário que você saiba, primeiramente, o indispensável.

Assim, é importante que você saiba que as disciplinas da extensão fiscal se subdividem em três grandes núcleos que devem ser estudados com uma ordem:

núcleo de matérias para conciliar

Você provavelmente está se perguntando porquê as disciplinas se distribuem nesses três blocos, e para esclarecer melhor, veja as tabelas inferior:

disciplinas por núcleo de matérias

Para conciliar os seus estudos para a Receita Federalista com os próximos concursos fiscais, você deve se preocupar em porquê se preparar sem desviar do foco definido por você, para isso é importante que você busque dominar todas as disciplinas comuns desses certames.

Receita Federalista x Últimos concursos estaduais e municipais

Igual de facilitar a estudo das disciplinas comuns, elaboramos uma tábua comparativa com as matérias cobradas na Receita Federalista e certames recentes:

tabela de matérias receita federal x fiscos
* A RFB já cobrou nos editais anteriores, ficando de fora no último.        
** A SEFAZ-DF possui Legislação Tributária Estadual e Municipal.            
*** A SEFAZ-BA possuía mais de um incumbência de Auditor Fiscal, estas disciplinas foram exigidas para o incumbência da extensão de controle no torneio.

Disciplinas básicas

Note que o ciclo de matérias básicas se faz presente em todos os certames, portanto esse já é um ótimo ponto de partida, pois não adianta estrear pelas matérias específicas e deixar de lado as básicas nos estudos para a extensão fiscal.

como conciliar o estudo para a Receita Federal

Na verdade, é principal que você busque estudar primeiro as disciplinas básicas pois elas apresentam um duplo mercê:

  1. As matérias básicas servem de fundamento para que você entenda diversas disciplinas intermediárias ou específicas.
  2. As matérias básicas criam a base necessária para que você possa conciliar seu estudo para a Receita Federalista com o de várias provas.

Se você já “bateu” o ciclo indispensável de disciplinas da Receita Federalista, portanto está na hora de olhar para as disciplinas intermediárias comuns à maioria dos concursos fiscais atuais.

Disciplinas intermediárias

Segundo nossa tábua inicial, seria interessante o aluno intermediário focar nas seguintes disciplinas:

DIREITO CIVIL DIREITO EMPRESARIAL DIREITO PENAL
TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO AFO

Dentre as disciplinas intermediárias, recomendamos maior atenção para Tecnologia da Informação, seguidos por Direitos Social, Empresarial e Penal, e, por último, AFO.

Vale lembrar que nesse ponto dos estudos, é importante tomar zelo para não desistir completamente as matérias básicas. A revisão dos conteúdos já estudados é fundamental, seja através de questões, passo estratégico ou mapas mentais, lembre-se sempre de revisar com frequência para chegar competitivo na hora da prova.

Tecnologia da Informação

A material de Tecnologia da Informação vem tomando cada vez mais espaço nos concursos fiscais e não pode mais ser negligenciada, com a crescente modernização e informatização dos fiscos a extensão de TI vem crescendo exponencialmente e isso já se refletiu nos concursos para ingresso nas carreiras fiscais.

Por ser uma material extensa, é recomendável que o aluno dê uma atenção para ela pois seus conceitos superam o “indispensável” da disciplina informática.

Ainda que o concurso da Receita Federalista não possua em seu edital a cobrança de Tecnologia da Informação, a tendência é que seu próximo edital venha com a material inserida, vez que a material se tornou uma tendência universal depois a modernização dos fiscos.

Sendo assim, o aluno que deseja conciliar seus estudos para a Receita Federalista com os próximos concursos fiscais precisa encarar a disciplina porquê um tema altamente provável nos concursos fiscais próximos e no edital horizonte da Receita Federalista.

Recta Social, Empresarial e Penal.

As três matérias vêm sendo cobradas em quase todos os concursos da extensão fiscal promovidos pelas grandes bancas, por isso, vale a pena dar atenção a elas pois, ainda que não sejam inseridas em todos os certames, certamente se tornarão uma “missiva na manga” caso surja um edital com elas.

Outro fator que torna altamente recomendável seu estudo, é a enorme chance dessas disciplinas voltarem a ser objeto de cobrança do concurso da Receita Federalista, vez que historicamente estão presentes em boa segmento dos editais do órgão.

Gestão Financeira e Orçamentária – AFO

A disciplina de Gestão Financeira e Orçamentária (AFO) costuma ser cobrada com intensidade em concursos da extensão de controle, mas, não é vasqueiro encontrarmos concursos fiscais que exijam a mesma, vez que a extensão orçamentária tem grande relação com a tributária.

Se o seu foco for conciliar os estudos da Receita Federalista com os próximos concursos fiscais, recomenda-se que o estudo da material de AFO seja o último na ordem de disciplinas intermediárias, esta recomendação se dá pelo veste de nem todos os fiscos cobrarem a material.

Em todos os casos, uma boa tática é verificar o último edital do concurso visado. Os editais anteriores sempre servem porquê ótimo referencial sobre a verosimilhança de cobrança de determinada disciplina.

Demais disciplinas intermediárias

Elencamos as 5 disciplinas com maior detalhamento, mas isso não significa que você deverá desistir completamente as outras matérias.

Existem disciplinas porquê Contabilidade de Custos, Contabilidade Pública e Economia que possuem índices relevantes de cobrança, mas não as mencionamos pois seu estudo só é recomendável caso o torneio escolhido já possua indicações de que irá exigi-las.

Isso porque são temas que geralmente só aparecem em certames com um edital muito extenso, sendo assim é ideal que você direcione seus esforços para as matérias básicas e intermediárias que mencionamos anteriormente, deixando as demais para um estudo mais intenso depois definição da carteira ou das matérias do torneio.

Disciplinas Específicas

Alguns concursos fiscais tendem a cobrar conteúdos específicos relacionados às demandas de atuação do órgão, um exemplo disso é a Receita Federalista, que exige as disciplinas de Legislação Aduaneira, Negócio Exterior, Inglês/Espanhol e Recta Previdenciário por atuar no negócio exterior e na cobrança das contribuições previdenciárias.

Além das exigências de disciplinas relacionadas à extensão de atuação do órgão, há também matérias exigidas por lei nos entes federados, porquê é o caso da Geohistória de Goiás.

Por termo, temos a disciplina específica mais importante em todos os concursos fiscais, a Legislação Tributária. Ela está sempre presente nos concursos fiscais, mas é preciso permanecer sengo pois cada órgão possui sua própria legislação tributária.

Legislação Tributária

Cada fisco possui sua própria legislação tributária, mas existem similaridades que facilitam a preparação, uma vez que existem três núcleos de legislação tributária, podendo ela ser federalista, estadual ou municipal, a depender da esfera federativa do torneio.

  1. Receita Federalista –> Legislação tributária federalista.
  2. Sefaz/ICMS’s –> Legislação tributária estadual.
  3. Prefeituras/ISS’s –> Legislação tributária municipal.

Note que ao estudar a legislação tributária federalista você se preparará exclusivamente para a Receita Federalista, ou seja, não aproveitará leste conhecimento em outros certames.

Essa provavelmente é a maior desvantagem da material em relação ao estudo da legislação das demais esferas.

Mas porque desvantagem? É simples, as legislações estaduais ou municipais são muito parecidas pois ambas possuem “núcleos gerais” que impedem grandes divergências. Veja:

conciliar legislação tributária estadual
estrutura da legislação tributária municipal

Ao aprender a segmento universal da legislação tributária estadual, você se preparará com o necessário para o estudo das minúcias dos 26 estados membros e do Região Federalista. O mesmo pode ser dito em relação à segmento universal da legislação tributária municipal, que irá prepará-lo para o estudo específico dos mais de 5 milénio municípios e do Região Federalista.

Isso ocorre porque os dois principais impostos cobrados por Estados e Municípios, ICMS e ISS, respectivamente, possuem legislações gerais que são praticamente copiadas pelos entes.

Assim, as dificuldades encontradas no primeiro estudo do ICMS ou ISS não serão enfrentadas novamente no estudo para outro Estado ou outro Município, vez que as leis de cada imposto são muito parecidas.

Exatamente por essa facilidade de transmigração em certames da mesma esfera , é que surge a possibilidade de se tornar altamente competitivo na extensão fiscal.

Isso porque você pode se preparar no núcleo universal e, posteriormente, já no pós-edital, buscar aprender as minúcias da legislação tributária lugar da sua prova.

Peroração

Considerando o exposto, ficou demonstrado que é provável, sim, conciliar os estudos para a Receita Federalista com os próximos concursos fiscais, vez que há muitas semelhanças no teor programático desses certames.

estrutura da legislação tributária estadual

Aliás é recomendável o estudo para estes certames em paralelo, vez que é importante que você adquira experiência nos certames para emendar erros, aprender com os acertos, controle seu tempo de prova e tantos outros benefícios que darão a crédito necessária para que você se saia muito na hora da prova.

Por termo, lembrem-se que os concursos fiscais costumam cobrar sempre as mesmas disciplinas!

Dominando as matérias básicas e as intermediárias comuns da extensão, você terá caminhado a maior segmento da sua preparação, restando exclusivamente o estudo das específicas na reta final.

Bons estudos e até a próxima pessoal!

Saiba mais: Concurso Receita Federalista


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